<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6746220</id><updated>2011-04-21T20:04:38.298+01:00</updated><title type='text'>Pantanero</title><subtitle type='html'>O nosso Pantanero nada tem a ver com o homem dos Pantanos do Brasil. Aqui trata-se de uma personagem que se tornou uma lenda para as populações portuguesas da zona raiana. Um guerilheiro, o "Che" espanhol que atravessava de um lado para o outro da raia semeando a justiça e a vingança de classe. É também, uma personagem do telefilme "A RAIA DOS MEDOS" de Francisco Moita Flores.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://pantanero.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6746220/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pantanero.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Pantanero</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08933554449691559267</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>4</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6746220.post-108171196550064757</id><published>2004-04-11T20:24:00.000+01:00</published><updated>2004-04-11T20:43:37.030+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;TORTURA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os Estados Unidos recorrem agora correntemente à tortura na chamada guerra contra o terrorismo. Esta prática, apresentada antes como marginal, é hoje reivindicada por militares e altos funcionários da administração Bush. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A derrapagem começou hipocritamente com a encomenda dos interrogatórios de "presumíveis terroristas" a ditaduras amigas. Este sistema de encomendas levou, no Afeganistão, à morte de várias centenas de prisioneiros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, o próprio exército dos Estados Unidos recorreu à tortura, fora do seu território, de maneira já não dissimulada. Em Bagram, as Forças Especiais praticaram-na sistematicamente. Num artigo de primeira página, o Washington Post descreveu os centros de interrogatório da CIA, onde "prisioneiros da Al Qaeda" são torturados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O particular estatuto jurídico da base de Guantânamo serviu logo de laboratório para o uso assumido desta prática. Alguns analistas explicaram que se encontra em território cubano e não é possível, portanto, aplicar lá as leis estado-unidenses. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a utilização não dissimulada da tortura começou fora do território dos Estados Unidos, ela está a entrar aí a passos largos. Vários milhares de pessoas foram presas desde 11 de Setembro de 2001 e mantidas no segredo, fora de qualquer quadro legal. O departamento da Justiça, que procede, neste momento, ao registo, em ficheiro por nomes, de todos os muçulmanos praticantes dos Estados Unidos, empreendeu a construção de 600 campos de internamento para uma utilização desconhecida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo que se encontra no "&lt;a href="http://resistir.info/eua/tortura_eua.html"&gt;&lt;strong&gt;Resistir&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;", foi publicado a 05/Mar/03 no Washington Times . O autor, Jack Wheeler, redactor do sítio &lt;strong&gt;TothePointNews.com &lt;/strong&gt;, é presidente-fundador da Freedom Research Foundation, associação que serviu de cobertura à CIA para recrutar mercenários e apoiar guerrilhas anti-comunistas, nos anos 80. Wheeler, que colabora desde há muito com o grupo Moon, é frequentemente apresentado como inspirador da "doutrina Reagan" de ataque sistemático à URSS. E ministrou cursos de tortura para militares latino-americanos na School of Americas de Fort Benning, Georgia. Neste artigo ele preconiza o restabelecimento da tortura na guerra contra o terrorismo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6746220-108171196550064757?l=pantanero.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6746220/posts/default/108171196550064757'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6746220/posts/default/108171196550064757'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pantanero.blogspot.com/2004_04_01_archive.html#108171196550064757' title=''/><author><name>Pantanero</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08933554449691559267</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6746220.post-108160371468027730</id><published>2004-04-10T14:25:00.000+01:00</published><updated>2004-04-10T14:32:25.560+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;AINDA SARAMAGO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A polémica em torno do último livro de Saramago e da alegada defesa - que o autor desmente - do voto em branco, promete continuar a fazer correr rios de tinta e a dar à estampa verdadeiras pérolas da verborreia nacional. A exemplo do que sucedeu no passado - como daquela vez em que o então subsecretário de Estado da Cultura, Sousa Lara, vetou a candidatura do livro «O Evangelho Segundo Jesus Cristo» a um prémio europeu por o considerar, sem ter lido, um atentado «contra a moral cristã dos portugueses» -, a exemplo disso, repete-se, assiste-se hoje à reprodução insistente do «diz que diz» sem se cuidar de apurar, directamente, o que é que é dito e em que contexto é dito o que se diz.&lt;br /&gt;A questão não é nova nem é inocente. Lembremo-nos, por exemplo, da controvérsia sobre a ditadura do proletariado, apontada até à exaustão como prova provada dos maléficos desígnios do PCP, sem nunca se explicar, por manifesta má fé ou pura ignorância, o significado político do conceito e o alcance profundo do conceito de justiça nele contido enquanto expressão de poder da maioria libertada da exploração. Ou então a pretensa oposição do PCP à propriedade privada, apontada em todo o lado como se de uma verdade absoluta se tratasse, sem nunca um único dos múltiplos comentadores e especialistas encartados se ter dado ao trabalho de completar a frase, arrancada à má fé dos documentos oficiais, explicitando que o princípio defendido se aplicava aos principais meios de produção.&lt;br /&gt;Outros, muitos outros exemplos podiam ser apontados, mas nem sequer vale a pena. O que importa, hoje como sempre, é arranjar um pretexto para zurzir no PCP. Pouco importa se a obra de Saramago coloca ou deixa de colocar questões sobre a democracia e o desvirtuamento dela; ou se a metáfora contida no romance tem diferentes interpretações; ou se... O que importa é que, como cães a um osso, salvo seja, gregos e troianos aproveitaram a dádiva que lhes caiu no colo com o lançamento desta obra polémica para de imediato a transformarem numa arma de arremesso contra o PCP.&lt;br /&gt;Não consta que as propostas comunistas ao eleitorado, que nada têm a ver com romances mas têm tudo a ver com a crua realidade, mereçam das plumitivas criaturas qualquer ensaio lúcido e honesto. Compreende-se. Se optassem por esse caminho, ver-se-iam forçados a informar que a mensagem do PCP ao eleitorado é para que vote e eleja mais comunistas, mostrando ao Governo não o cartão amarelo mas o cartão vermelho.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Anabela Fino (Avante 8-04-04)&lt;/em&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6746220-108160371468027730?l=pantanero.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6746220/posts/default/108160371468027730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6746220/posts/default/108160371468027730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pantanero.blogspot.com/2004_04_01_archive.html#108160371468027730' title=''/><author><name>Pantanero</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08933554449691559267</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6746220.post-108153155505510731</id><published>2004-04-09T18:21:00.000+01:00</published><updated>2004-04-09T18:34:49.000+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Na sociedade dos ricos&lt;br /&gt;Forçado pela vaidade&lt;br /&gt;Há quem faz do cu três bicos&lt;br /&gt;P'ra entrar na sociedade&lt;br /&gt;&lt;em&gt;António Aleixo&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6746220-108153155505510731?l=pantanero.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6746220/posts/default/108153155505510731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6746220/posts/default/108153155505510731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pantanero.blogspot.com/2004_04_01_archive.html#108153155505510731' title=''/><author><name>Pantanero</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08933554449691559267</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6746220.post-108152802956047454</id><published>2004-04-09T17:26:00.000+01:00</published><updated>2004-04-09T17:30:59.110+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>O nosso Pantanero nada tem a ver com o homem dos Pantanos do Brasil. Aqui trata-se de uma personagem que se tornou uma lenda para as populações portuguesas da zona raiana. Um guerilheiro, o "Che" espanhol que atravessava de um lado para o outro da raia semeando a justiça e a vingança de classe. É também, um personagem do telefilme A RAIA DOS MEDOS de Francisco Moita Flores.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6746220-108152802956047454?l=pantanero.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6746220/posts/default/108152802956047454'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6746220/posts/default/108152802956047454'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pantanero.blogspot.com/2004_04_01_archive.html#108152802956047454' title=''/><author><name>Pantanero</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08933554449691559267</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry></feed>
